Conto sobre Erys indicado ao Prêmio STRIX

Olá, pessoal!

É com grande alegria e satisfação que anuncio que o conto “O ladrão de espíritos e a fênix renascida” foi indicada ao Prêmio STRIX da Andross Editora. Este conto também se passa no universo de Erys e tem Naavy como um dos protagonistas.

A Andross Editora, criada em 2004, se dedica totalmente à publicação de antologias de contos, que é uma grande oportunidade para escritores iniciantes. Eu tive a honra de ter meu conto aceito para ser publicado na antologia Imaginarium, com temática fantástica, o que para mim já foi um grande feito.

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Capa da coletânea ‘Imaginarium’, da qual o meu conto “O ladrão de espíritos e a fênix renascida” faz parte.

A Andross Editora está neste ramo há 11 anos, mas este foi especial, por que resolveram criar o Prêmio STRIX. O objetivo é premiar os melhores contos de cada coletânea lançada este ano (foram oito no total). Todos os autores já estava automaticamente concorrendo e a escolha se deu assim. Cada autor elaborava uma lista com os 10 melhores contos na sua opinião, em ordem crescente. Assim, o primeiro lugar ganhava 10 pontos, o segundo, 9 pontos e assim por diante. Foi feita apuração total dos votos e os dez mais votados de cada coletânea passaram para a segunda fase. Nesta, os organizadores elaboravam suas próprias listas dos 5 melhores contos, nos mesmos moldes da primeira fase. O mais votado é o conto vencedor.

No último domingo o editor Edson Rossatto anunciou os indicados ao prêmio: os cinco mais votados de cada antologia. E o meu conto estava entre os finalistas! Veja o vídeo:

O anuncio dos vencedores ocorrerá no dia 4 de julho de 2015, às 14h, na Biblioteca Viriato Corrêa, em São Paulo, em cerimônia solene. Se você mora em São Paulo, fica o convite.

Site oficial da Andross Editora.

Fanpage da Andross no Facebook.

Conto para o Dia da Toalha

Olá, pessoal!

Vocês devem ter notado que ando sumido, mas ando um tanto ocupado. Mas ainda estou trabalhando (devagar, mas trabalhando) na revisão do livro.

Mas enfim, estou aqui hoje para falar de toalhas. Sim isso mesmo. Hoje é o Dia da Toalha, uma homenagem ao gênio Douglas Adams, autor da série “O Guia do Mochileiro das Galáxias”. Para esta data especial, eu preparei um conto em sua homenagem, para o site do Clube de Autores de Fantasia. Confiram no link abaixo. Espero que gostem.

E não entrem em pânico.

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“A Ilha da Perdição” em PDF

Olá, pessoal! Que a Luz jamais se apague de suas vidas.

Temos novidade. Agora o conto “A Ilha da Perdição” pode ser baixado em PDF! Assim você pode lê-lo em com mais comodidade. Basta clicar no menu “Links” aqui em cima, na barra de páginas do blog e procurar o link para download. Espero que gostem da ideia.

Até mais!

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Capitão Jhunk, o Desbravador (aka Naavy Yjshen)

A Ilha da Perdição (parte 6)

Olá, pessoal! Que a Luz esteja conosco.

Essa é a sexta e última parte do conto “A Ilha da Perdição”. Espero que tenham gostado do conto. Até a próxima.


Parte 6: O Abismo

Naavy enterrou os corpos de Ayjin e Luthiel debaixo da grande árvore, ao lado de Kylles. Por trinta anos, eles foram as pessoas mais próximas à ele. Mais que isso, eles foram amigos, companheiros. Por mais que Naavy não gostasse de interação com outras pessoas, é difícil não criar laços com aqueles com os quais se compartilhou uma vida inteira, com os quais se compartilhou uma jornada, um ideal de vida. Lembraria deles pelo resto de sua longa e miserável vida. Continuar lendo

A Ilha da Perdição (parte 5)

Essa é a penúltima parte do conto “A Ilha da Perdição” e o clímax da história, por assim dizer. Espero que gostem. Que a Luz esteja conosco.


Parte 5: A Relíquia

Enterraram-no debaixo da grande árvore e prestaram as últimas reverências.

– Nenhum tesouro vale isso, capitão – falou Luthiel.

– Não. Não vale. Mas o que procuramos é mais que um tesouro. – respondeu enigmaticamente. – Vamos, estamos próximos agora. Continuar lendo

Conto sobre Erys na Revista Avessa

É com grande prazer e satisfação que anuncio que o conto “A Lua e a Fênix” foi aceito para a terceira edição da Revista Avessa. Essa terceira edição foi dedicada totalmente ao tema ‘Fantasia’. Além do conto sobre Erys, há também outros muito bons. Confiram lá.

“A Lua e a Fênix” foi pensado, inicialmente, para ser o prólogo de “A Filha da Lua”, mas acho que mudei de ideia. É contado pelo ponto de vista da princesa Layny Avlyn, uma princesa do clã da Lua. Ela descobriu o paradeiro de uma antiga e poderosa relíquia mágica chamada de Cristal Milenar. Por motivos que não vou explicar aqui, ela resolveu levar a tal relíquia para a amaldiçoada Torre de Vigia de Aymon. Porém, a Irmandade da Luz descobriu suas intenções e enviou seu mais poderoso guardião, o terrível Meeriel Murlyn do clã da Fênix para tratar do caso pessoalmente. É basicamente isso, espero que gostem.

P.S.: Está aberta a seção para teorias sobre o Cristal Milenar rsrs

A Ilha da Perdição (parte 4)

Olá, pessoa! Que a Luz esteja conosco.

Aqui está a quarta parte do conto “A Ilha da Perdição”. Espero que gostem.


Parte 4: O Guardião

Caminharam por uma hora sem nenhum outro incidente. Então o capitão Jhunk caiu.

– Capitão! – Ayjin socorreu. Pegou seu cantil – Aqui, beba. Está fraco, acho que devemos parar para descansar.

O capitão sorriu.

– Acho que nem que eu quisesse, você me deixaria seguir em frente, não é mesmo Ayjin?

– Claro que não. – ela respondeu. Continuar lendo

A Ilha da Perdição (parte 3)

Aqui a continuação do conto “A Ilha da Perdição”. Espero que gostem.


Parte 3: Os esqueletos

O grupo continuou sua jornada na manhã seguinte. Segundo as estimativas do capitão, chegariam à montanha antes do cair do crepúsculo. Perto do meio-dia, avistaram outra tartaruga-montanha, se arrastando pela floresta, deixando um rastro de destruição.

– É normal elas adentrarem tão fundo na floresta? – perguntou Ayjin.

– Nada nessa ilha é normal, Ayjin – o capitão respondeu filosoficamente. – Não chamariam de Ilha da Perdição à toa.  Continuar lendo

A Ilha da Perdição (parte 2)

Olá, pessoal! Que a Luz ilumine nosso caminho.

Aqui está a segunda parte do conto “A Ilha da Perdição”, que também está disponível no Wattpad. Espero que gostem. Mais tarde, posto o próximo capítulo de “A Filha da Lua”. Aguardem.


Parte 2: As serpentes

O caminho, de fato, era longo. Se aventuraram pela densa e sufocante floresta da Ilha, sempre seguindo o norte, em direção à montanha no centro da ilha. A travessia era lenta e cansativa. Mosquitos irritantes voavam ao redor o tempo inteiro e a luz do sol penetrava pouco, deixando o ar sombrio. Seguiam de perto um rio, que segundo o mapa levaria diretamente à montanha. Ao cair da noite, tiveram o primeiro incidente. Avistaram uma caverna e resolveram passar a noite lá. Era uma caverna profunda, e parecia adentrar abaixo do solo, dada a inclinação do terreno. Parecia segura e confortável, mas por precaução, resolveram ficar apenas próximos à entrada. Nunca se sabe o que dorme nas profundezas sombrias de cavernas abandonadas. Continuar lendo

A Ilha da Perdição (parte 1)

Olá, pessoal! Que a Luz esteja conosco.

Escrevi um novo conto, desta vez se passando no mundo de Erys, chamado a Ilha da Perdição. Como vocês sabem, o mundo de Erys é gigantesco e contém mais segredos e mistérios que nossa mente pode imaginar. A Ilha da Perdição é uma ilha localizada ao sudeste do continente Saeth, conhecida por ser amaldiçada. O capitão Jhunk, o Desbravador, um famoso pirata que viveu no início da Quarta Era descobriu que o uma antiga e mística relíquia está escondida naquela maldita ilha e reuniu seus piratas mais valentes e poderosos para irem numa expedição para recuperar o artefato.  A história se passa aproximadamente mil e duzentos anos antes da história da Filha da Lua

Publicarei este conto em seis partes, diariamente, até a próxima quinta-feira. Todo comentário, crítica ou sugestão é bem vindo. Espero que gostem.


Parte 1: O Capitão

O navio do capitão Jhunk, o Desbravador, estava finalmente se aproximando de seu destino. Jhunk, o Desbravador, era simplesmente um dos maiores e mais famosos piratas que já navegaram os cinco mares de Erys. Terrível, implacável, sagaz: assim era o capitão Jhunk. Acumulara várias glórias e tesouros durante os trinta anos em que dedicara à pirataria e agora estava a caminho da maior e mais perigosa aventura que em que já se envolvera.

Embora ninguém de sua tripulação soubesse exatamente o que é. Continuar lendo